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Quando os amantes viram pai e mãe | Por Amanda Silveira

Para o pai, é complicado perder a mulher. Ele ganha um filho. Ama o filho. Cuida do filho. Mas perde a companheira.
Pais (Foto: Freepik)

Quando os amantes viram pai e mãe é que a porca torce o rabo.

É literalmente nesse momento que é possível perguntar se há de fato amor.

Amor o suficiente para aturar choradeiras, noites insones, cansaço, discussões sobre tudo, noites sem festas, drinks e…. sem (ou com pouco) sexo.

Para a mãe, é complicado se estruturar com os novos horários de sono, com os hormônios em frenesi, com a imensa vontade de fazer amor e a falta absoluta de energia ou com a falta total de vontade, mesmo amando muito. (Com um agravante para a mãe que trabalha fora. Essa não tem tempo nem para as furtivas sonecas com o bebê de tardinha.)

Para o pai, é complicado perder a mulher. Ele ganha um filho. Ama o filho. Cuida do filho. Mas perde a companheira.

Não fazem mais quase nada juntos… E isso pode ser fatal para o casamento. Pode ser o inicio do fim.

Mas, também pode ser o inicio de tudo. Se o amor for suficiente. Se a compreensão superar a pressa. Se houver maturidade. Se, se, se… O casal pode sair fortalecido desse turbilhão, que é ter um bebê.

Não há como prever. Tem que arriscar. Arriscar com os pés no chão. Com a consciência de que um filho, inicialmente, mais afasta do que une.

É duro, mas é fato.

Sigamos em frente, com fé na frase da música do Frejat que diz “… E quando estiver bem cansado, que ainda exista amor pra recomeçar, pra recomeçar…”

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