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Viradouro é campeã do Carnaval 2026 com homenagem emocionante ao Mestre Ciça

Com surpresas na comissão de frente, retorno de Juliana Paes e desfile marcado por lágrimas e celebração, a escola de Niterói conquista seu 4º título na Sapucaí.
Viradouro desfila na Sapucaí no segundo dia de desfiles — Foto: Foto por MAURO PIMENTEL / AFP

A Unidos do Viradouro é a grande campeã do Carnaval 2026 no Rio de Janeiro. A Vermelha e Branca de Niterói conquistou seu 4º título com o enredo “Pra cima, Ciça!”, uma emocionante homenagem em vida a Moacyr da Silva Pinto, o Mestre Ciça, de 69 anos, comandante da bateria Furacão Vermelho e Branco.

Terceira escola a desfilar na segunda-feira (16), a Viradouro apresentou um espetáculo marcado por surpresas, ousadia e forte carga emocional. Muitos ritmistas cruzaram a Avenida às lágrimas, embalados por uma narrativa que celebrou a trajetória de um dos maiores nomes do samba.

O primeiro grande impacto veio logo na comissão de frente. Em uma verdadeira “operação de guerra”, o próprio Ciça surgiu na encenação.

A apresentação contou a história do pequeno Moacyr, interpretado pelo menino Vitor Gabriel, mostrando seus primeiros passos no samba. O ato começa com o garoto cercado por malandros e recebendo a visita de um leão, símbolo da Estácio de Sá, primeira escola pela qual passou.

No meio da coreografia, uma dupla se misturou discretamente ao corpo de baile. Por trás da fantasia idêntica à dos dançarinos estava o próprio Ciça. Ele retirou o paletó e se revelou sob os holofotes. Ao lado da versão mirim, riscou a pista, relembrando os tempos de passista.

A encenação ainda reservava mais uma surpresa: ao fim da apresentação, Ciça foi colocado em uma cadeira de rodas, simulando ter passado mal de emoção — parte do roteiro. Rapidamente, deixou o Sambódromo em uma moto escoltada por batedores, retornando à concentração para reassumir o comando da bateria.

Enquanto Ciça voltava ao início da pista, o desfile seguia com tributos marcantes. Uma alegoria reuniu integrantes de diversas escolas, incluindo mestres de bateria do Grupo Especial e da Série Ouro, além do casal de mestre-sala e porta-bandeira Claudinho e Selminha, que completaram 30 anos de Beija-Flor.

Outro momento emocionante foi a passagem do carnavalesco Paulo Barros, visivelmente emocionado ao cruzar a Sapucaí.

A noite também marcou o retorno da atriz Juliana Paes como rainha de bateria da Viradouro, 18 anos após sua última participação. À frente dos ritmistas, ela ajudou a recriar uma imagem histórica do desfile de 2007, quando a bateria subiu em um carro alegórico, cena repetida em 2026 sob a liderança de Ciça.

Juliana Paes em desfile da Viradouro que faz homenagem ao Mestre Ciça — Foto: Reuters/Ricardo Moraes

Com emoção, inovação e respeito à sua história, a Viradouro transformou a Marquês de Sapucaí em palco de celebração e reafirmou sua força no Carnaval carioca.

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